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PROSSEGUEM AS DISCUSSÕES SOBRE O IMPOSTO DIGITAL

Atualizado: Set 11

A equipe do Ministério da Economia continua com as análises e avaliações quanto a proposta do novo imposto cuja sugestão inicial, indicava, estar ele relacionado a tributar transações chamadas de digitais.

Vários países do mundo, atualmente, também estudam, ou implantaram recentemente esse tipo de tributação. A questão em avaliação, mundo a fora, é ser melhor , mais eficaz, mais eficiente, termos a taxação direta ou indireta dessas atividades.

A taxação direta é cobrada das empresas, com base, em percentual (alíquota) aplicado sobre sua receita. A taxação indireta é cobrada através de mecânica similar ao IVA – Imposto de Valor Agregado, como um componente do preço de fornecimento desses serviços.

Busca-se, em termos mundiais, um acordo para essa tributação considerando a abrangência da chamada economia digital.

No Brasil, a proposta é que o possível novo imposto digital, seja também utilizado para acompanhar todas movimentações financeiras, de forma a nos voltarmos, novamente, para algo similar, idêntico, análogo, parelho a CPMF, ou seja, é o digital e a tecnologia, sendo utilizados para nos levar de volta ao passado. Normalmente a proposta é que eles nos levem ao futuro, mas toda regra tem sua exceção.

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