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  • Foto do escritorGrupo Bahia & Associados

RETOMADA _ QUAIS SÃO OS PONTOS DE ATENÇÃO?

Reabertura do comércio, reaquecimento do setor de serviços, e a proposta intensiva de vacinação trazem indicativos de retomada da economia.

Apesar desse direcionamento, fatores como inflação em alta e a percepção de um maior risco político e fiscal pesam na avaliação de ativos fazendo com que empresas, principalmente as de capital aberto que estão em linha com um processo de recuperação demonstrado no segundo trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado, repleto de sazonalidade, mas e principalmente comparado com o mesmo período de 2019, antes da pandemia, se vejam em situação de falta de sintonia entre os resultados que apresentam e o que seria a lógica da contrapartida deles (resultados) no mercado de ações, ou seja, os bons resultados das empresas não parecem animar o mercado de ações.

Há a necessidade de termos sinais de estabilidade, principalmente em termos políticos e fiscais, de forma que, como tudo indica, as empresas estão trabalhando forte, sendo que os seus resultados demonstram esse bom desempenho, mas as avaliações não dependem somente delas.

Projeções de mais altas de custos de insumos, com a permanência de escassez de alguns deles, crise hídrica impactando no valor da energia elétrica, somadas com as possíveis variáveis de inflação e riscos relacionados a gestão pública, mais as projeções de taxa de juros e variação do dólar, são pontos de atenção que devem estar no radar das empresas.

O momento requer mais atenção, pois a questão da retomada, até então era centrada no problema pandemia, sendo que ações de saúde pública foram administrando esse fator de forma que a questão ficou por conta dos efeitos pós pandemia, como custos, escassez de produtos, problemas de estoque, acordos relacionados a reduzir contratos de trabalhos, ou até mesmo suspendê-los temporariamente e ajuda financeira as empresas menores, esses fatores, parecem estão sob controle, e agora surge o efeito relacionado aos riscos político e fiscal sendo que para eles, as empresas são meras expectadoras, não têm força de ação como nas duas fases anteriores.

Vamos aguardar e torcer para que também essa terceira fase tenha uma boa administração como as anteriores, de maneira a termos evidencias mais fortes e permanentes de uma retomada. Torcendo para isso!!

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