ANÁLISE ESTRATÉGICA

Os focos de abordagens quanto a Reforma Tributária, buscam alertar empresários, gestores e administradores, sobre a estratégia negocial, operacional e competitividade de suas operações, diante das alterações que estão ai apresentadas. São alterações tributárias, que mexerão em processos e procedimentos que estão, em uso há décadas. Exemplo dessa avaliação, está vinculado diretamente as empresas do Simples Nacional, quanto a opção de se manterem no regime regular de apuração, ou, migrarem para o regime híbrido (nossos informativos de 20/agosto/2026 e 18/agosto/2026 entre outros). Aspectos relacionados a formação de preço (comparativo entre os tributos atuais e os novos tributos), possibilidades de créditos (para o cliente, e nas aquisições realizadas junto a fornecedores), avaliação de custos e despesas operacionais (considerando maximização de possibilidades de créditos), atuação do mercado base na localização na cadeia de fornecimento/abastecimento (B2B ou B2C), ganho e manutenção de competitividade (com base, inclusive em planejamento econômico e financeiro, suporte nos impostos sobre o consumo). Nesse cenário, reforçamos comentários já realizados em informativos anteriores (17/setembro/2026, 11/setembro/2026, 09/setembro/2026, 03/setembro/2026, 31/agosto/2026 entre outros), quanto a importância fundamental em rever e definir estratégias comerciais e econômico financeiras, realizando análises criticas desses novos cenários e definindo processos procedimentos operacionais que alcancem a lucratividade e rentabilidade planejada e projetada
Assim, decisões estratégicas deverão ser tomadas, e para isso os dados suportes, necessitam ter a acuracidade necessária para a importância do momento e para o direcionamento que seguiremos em termos de gestão e administração, considerando as novas diretrizes de tributação sobre o consumo.

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