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  • Foto do escritorGrupo Bahia & Associados

ENDIVIDAMENTO DAS EMPRESAS

Os ainda, reflexos da pandemia, a SELIC elevada (taxa básica de jutos alta), efeitos da guerra Rússia X Ucrânia, e os indicativos de possível recessão global, trazem reflexos ao endividamento das empresas com ações negociadas na bolsa de valores. Outro ponto que também é identificado como fator de endividamento, são os planos de algumas companhias atrelados a investimentos.


A indicação desse perfil de compromisso financeiro leva em consideração a relação entre a dívida liquida e o EBITDA que é o indicador relacionado a capacidade de geração de caixa da empresa considerando sua atividade fim.


Basicamente, os setores sentem impacto quanto a geração desse endividamento em momentos distintos e por situações diferentes. Por exemplo, o setor de educação tem nível de endividamento pelo prejuízo causado durante a pandemia. O setor imobiliário vem sentindo mais recentemente o impacto da alta do juros o que reverte nesse perfil. Empresas de transporte em geral, mas com ênfase no transporte aéreo, sentem o custo operacional pelo alto preço de combustíveis, pelo custo financeiro, e pela escassez de clientes observada durante a pandemia. Empresas do setor de varejo apesar de terem um forte endividamento tem em contrapartida, também, um forte recebível relacionado a cartão de crédito que tem facilidade em conversão para disponibilidades, ou caixa, de forma a poder administrar melhor as suas demonstrações financeiras.


Assim, temos várias causas para o endividamento das empresas, sendo importante a administração do mesmo, quanto ao seu custo e prazo para liquidação. Esses são pontos de atenção que não devem fugir do controle da empresa que apresenta essa característica.

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