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INTERAÇÃO SOBRE TEMA DINÂMICO ONDE ALINHAMENTO SERÁ VITAL

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    Grupo Bahia & Associados
  • há 1 hora
  • 2 min de leitura

Estratégia que empresas estão elaborando para enfrentar as alterações trazidas pela Reforma Tributária, está relacionada a reuniões prévias com seus fornecedores e clientes, abordando de forma direcionada, o impacto dessas alterações em suas relações comerciais, ou seja, o produto, ou, serviço, que forneço, ou, que adquiro, terá qual reflexo no novo panorama tributário que se aproxima, isso não somente quanto a impostos, mas também com relação a NFe, a NFSe, e outras obrigações acessórias.

 

A questão busca segregar  a abordagem do tema de acordo com o perfil do parceiro operacional. Assim, se estamos falando de fornecedores, podemos selecionar os prioritários, e dentro dessa separação termos também os que fornecem material de uso  e consumo, e os que fornecem materiais produtivos, ou mesmo para comercialização, ou até, os fornecedores de serviços. Quanto aos clientes, busca-se alinhar pontos com os que adquirem materiais para industrialização, e os que fazem aquisição para revenda, ou até para uso e consumo. Basicamente a abordagem vai em linha com, é ideal termos  pedidos separados de acordo com a destinação do item, ou, não podemos ter um só pedido, mas devemos ter NFe separadas de acordo com essa destinação, ou, internamente eu faço essa separação base no destino, controle meu estoque base na mesma, considerando a nova dinâmica de créditos (não cumulatividade mais abrangente), mas sendo essa a definição, quais são as alterações a implementar no meu ERP?

 

O importante é termos a busca de entendimento, de forma que no auge da transição e implementação da Reforma, não ocorram questões operacionais, classificadas como pequenas, diante de todas as mudanças que virão, e essas pequenas questões bloqueiem, mesmo que temporariamente, a evolução das implementações por diferenças e entendimentos, impactando em fornecimentos e atrasos de cronogramas, impactando na produção, no fornecimento.

                                                                                       

Entendemos a iniciativa de forma positiva, pois não se trata de análise de preço, prazo de entrega, forma de pagamento, ou qualquer varável relacionada a relação comercial e negocial do

fornecimento, trata-se de alinhar entendimentos, quanto as mudanças de procedimentos que, tem sua origem de aplicação atual em conceitos que estão em uso há décadas, e precisam ser

rediscutidos e reimplementados frente as alterações que estão ai, de maneira a não comprometer a operação de uma, ou, de outra empresa, estejam elas, na figura de fornecedores ou de

clientes.  A troca de informações, a troca de ideias, a troca de entendimentos  é vital em qualquer momento da relação comercial, mas o momento atual, coloca essa condicional como

primordial, pois como dissemos são décadas de tratamento e de procedimentos tributários, e as alterações que se aproximam são significativas e abrangentes para o negócio. Como sempre

enfatizamos em nossas abordagens, não estamos falando de alteração em nome de tributos, estamos falando de mudanças em conceitos tributários, econômicos, financeiros, contábeis, de

supply chain, de orçamento, de fluxo de caixa, entre outros, que estão em fase de reenquadramento, realinhamentos, frente ao que nos apresenta a Reforma Tributárias, e o impacto dessas

alterações necessita de interação quanto a troca de ideias e informações entre parceiros operacionais e comerciais (fornecedores e clientes) 

 
 
 

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