ORÇAMENTO DAS EMPRESAS
- Grupo Bahia & Associados

- há 4 horas
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Estamos chegando a uma fase do ano, na qual muitas empresas começam a preparar seus orçamentos para exercício, e exercícios vindouros. A análise é dinâmica, pois além de situações internas, do negócio, é necessário atenção com eventos externos, relacionados a questões políticas, a questões econômico financeiras, a Reforma Tributária, a conflitos que podem impactar no dólar, no custo do frete internacional, e até nacional pela variação do preço de combustíveis, no custo de empréstimos, na disponibilidade dos produtos que deverão ser adquiridos, ou seja, as variáveis a analisar são muitas. Da mesma forma, ao analisarmos as projeções de vendas, há também impactos de variáveis que até então não davam o “ar de sua graça” em situações como a que estamos tratando, como por exemplo, o “tarifaço dos EUA”, a proposta de política de reciprocidade, e outras tantas situações para termos no foco e ficarmos bem atentos.
Fato é que, o último trimestre do ano (fase final do segundo semestre), tradicionalmente, é o período no qual as empresas, trabalham fortemente em seus orçamentos, e ai temos quatro pilares que são fundamentais nas análises e decisões – plano de vendas, estimativa de custos e despesas, plano operacional, projeções financeiras -.
O material anexo faz uma rápida abordagem sobre orçamento estático, orçamento variável, orçamento base zero e orçamento base história.
A questão, agora, é mãos à obra, orçar com segurança, com consistência, com base em dados seguros, e ter um plano de revisão orçamentária com a mesa consistência. Não vamos deixar para a ultima hora, pois o risco de contratempos sempre estará presente.


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